quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Aprendendo a calcular

Ok, Cláudia, vamos lá. Quantos casados, realmente felizes com esta condição, você conhece? Sem enfeitar, por favor.

- Fala desse jeito, mas aposto que se casa logo (risos).

Não desconverse.

- Tudo bem. Uns três casais.

Pois então. Pegue todo o universo de casais que você conhece e faça as contas. Quanto daria isso? Nem um por cento, garanto.

- É porque as pessoas não dão mais crédito ao amor e isto piora a cada dia.

Se eu dissesse a você o seguinte: amiga, tem um negócio que eu gostaria muito de abrir e queria que você fosse minha sócia. Só existem alguns problemas....ele só dá certo em um por cento dos casos, o investimento é altíssimo e a única maneira de descobrir se vai dar certo é tentar. Aceitaria?

Game over.

2 comentários:

  1. Ah, eu não sei se é pq sou uma romântica inveterada, mas eu aceito sempre me arriscar a estar nesse 1%, ou 99%.

    Acredito que nem que seja apenas 1 semaninha de felicidade imensa, vale muito arriscar.

    ...

    Mas aqui pensando um pouco, felicidade é algo tão subjetivo, como é possível mensurar a felicidade alheia e usar como base esse dado nao necessariamente real?

    Sugiro outra conta... Some, separadamente, seus próprios momentos felizes e infelizes. Compare os dois...
    Na minha conta os felizes pesam infinitamente mais...

    Acho q podemos repensar esse game over. Será que não é apenas a ida para o "level 2"?

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